terça-feira, 31 de maio de 2011

.: AdNewsTV :. Elvis em campanha da C&A

Aí está mais uma prova de que ELVIS NÃO MORREU. Parabéns a agência criadora do comercial.


 .: AdNewsTV :. Elvis em campanha da C&A

sábado, 28 de maio de 2011

Exposição traz para o Brasil desenhos de cartunista da "New Yorker"

   

Conhecido por fazer grandes capas para a New Yorker e pelas críticas ao cotidiano da sociedade americana com traços feitos somente com uma linha, o cartunista e artista gráfico Saul Steinberg ganha exposição com 144 de seus desenhos em exposição no Rio de Janeiro.
 

VEJA ALGUMAS DAS OBRAS EXPOSTAS

Foto 8 de 10 - A primeira exposição com obras de Steinberg no Brasil aconteceu em São Paulo, em uma exposição individual no MASP em 1952. Na imagem, obra Sem título, de 1949 Saul Steinberg/ The Saul Steinberg Foundation
As obras de Steinberg vieram a primeira vez para o Brasil em 1952, quando o cartunista ainda estava vivo, em uma exposição individual no MAM, em São Paulo. Em 2011, a exposição passa primeiro pelo Rio de Janeiro, antes de chegar a capital paulistana em 2 de setembro.

  

Para a mostra, 44 obras do artista foram restauradas e tem como objetivo mostrar a fase em que Steinberg começou a ser reconhecido internacionalmente.
Em entrevista ao Instituto Moreira Sales, o cartunista Ziraldo conta que se inspirou muito no trabalho de Steinberg e que dentre outras qualidades, o cartunista consegue "fazer literatura com a linha".
Os trabalhos do artista também estão reunidos no livro que leva o mesmo nome da exposição e que vai ser lançado junto com a exposição.

"SAUL STEINBERG: AVENTURAS DA LINHA"
Abertura para o público:
Domingo (29 de maio), das 13h às 20h
Onde: Instituto Moreira Sales do Rio de Janeiro (Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. Tel.: 0/xx/21 3284-7400)
Quando: Em cartaz de 29 de maio a 21 de agosto. De terça a sexta-feira das 13h às 20h
Entrada gratuita

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Washington Olivetto lança livro da vida

Publicitário compartilha aprendizados na série “O que a vida me ensinou”, publicada pela Saraiva

Roseani Rocha| »
25 de Maio de 2011 09:45

+ Olivetto conta que antes tinha implicância com o título da coleção: "Parece que você está se dizendo uma pessoa pronta" Crédito: Eduardo Lopes
Acontece nesta quinta-feira, 26, na livraria Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo, o lançamento do livro “O que a vida me ensinou”, de Washington Olivetto.

O publicitário é a terceira personalidade a participar da série feita pela Saraiva em parceria com a Versar. Para a elaboração do livro ele contou com o jornalista Walter Falceta Jr como “provocador intelectual” e o texto foi escrito por Olivetto a partir do conteúdo transcrito de várias entrevistas feitas na agência, em uma pizzaria e até na casa de Olivetto.

Quando recebeu o convite para participar do projeto, no início de 2010, ele estava no olho de um furacão e pensou em recusar, porque simplesmente não teria tempo: estava dando início aos processos de fusão de sua agência W/Brasil com a McCann-Erickson, para formar a W/McCann, que dia 1º de maio completou um ano de operação. Só o fato de passar a fazer parte do board da McCann Worldwide, implicava em quatro viagens ao exterior por ano.

A proposta do editor Luís Colombini, no entanto, de incluir um jornalista que funcionasse como o citado “provocador intelectual”, instigando o conteúdo do livro por meio de entrevistas com o autor, associada a uma ausência da família de Olivetto, que iria no meio do ano viajar em férias ao exterior, acabaram fazendo com que ele topasse o projeto.

Também contribuiu o fato de o publicitário ter lembrado de um elogio do amigo Juca Kfouri no fim dos anos 80. Depois de dar uma entrevista a Juca para a revista Playboy bateu uma certa insegurança e ele ligou dois dias depois para perguntar ao jornalista se ele achava que tinha sido boa mesmo a conversa. E este respondeu que tinha sido ótima porque ele “falava editado”. Com isso, foi adiante no projeto atual e o livro que será lançado amanhã é resultado de no mínimo 20 horas de conversas e algumas pizzas com o jornalista Walter Falceta Jr.

“Eu tinha implicância com o título da coleção, porque parece que você está se dizendo uma pessoa pronta e eu continuo aprendendo o tempo inteiro”, ressaltou Olivetto, com a simpatia de sempre e o jeito falante que o faz brincar dizendo que deixa rouca até a pessoa que o ouve. A origem italiana de sua família e os aprendizados com avôs, pais e tios – especialmente os de ganhar a vida honestamente e comer bem - são algumas das “lições” compartilhadas com os leitores. E mesmo esse tipo de comentário está sempre associado à vida profissional que escolheu e na qual se destacou cedo. Do talento culinário da avó, por exemplo, depreende que “o fazer bem” envolve “a técnica mais os sais e açúcares do espírito”, o que tranquilamente vale para uma boa campanha ou outro tipo de trabalho.

E os assuntos seguem variados, como a boa publicidade e seus desafios, política, os esportes em geral e o Corinthians especificamente, claro, e a valorização da educação, que segundo ele não é o problema, mas a solução do Brasil. Embora defina a si mesmo como “mais aluno do aprendizado do que do diploma”, Olivetto frisa que não pretende com isso desmerecer a educação formal, mas ressaltar o que na vida dele foi e tem sido mais marcante.

Sua preocupação principal com a obra foi deixá-la “o mais despretensiosa possível” e próxima da coloquialidade das conversas. Algo mais pretensioso, destacou, já havia sido feito por Fernando Morais, que escreveu Na toca dos Leões, obra sobre Olivetto e seus sócios da W/Brasil, publicada em 2005. “Aquele foi um livro com muito mais pesquisa e, inclusive, opiniões do autor. O livro do Fernando é o livro do Fernando. Eu sou um mero tema”, disse Olivetto, emendando que ele próprio daqui a alguns anos e muitas experiências mais pretende se lançar a um projeto pessoal de maior fôlego.

O formato pequeno de “O que a vida me ensinou”, com o texto dividido em capítulos curtos e em linguagem simples (mas não simplória, em coerência com o seu amor declarado ao nosso idioma) recebe o contraponto da riqueza do conteúdo e do refinamento “sem frescuras” de Olivetto, que é um apreciador da cultura popular em suas diversas manifestações. Resumindo, é um livro de publicitário que agrada não somente a publicitários.

Clique abaixo e leia os dois primeiros capítulos do livro.
http://www.meioemensagem.com.br/arquivos/arquivo-01/fileBinary/Oqueavida_WOlivetto_iniciais+cap1e2.pdf

Cenp esclarece dúvidas sobre faturamento

Órgão publica conjunto de perguntas e respostas sobre os novos procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança de veiculações publicitárias

As novas regras estabelecidas pela Lei 12.232/10, que há um ano mudou o formato de contratação de serviços de publicidade pelo setor público brasileiro, trouxeram também algumas dúvidas para agências, anunciantes e veículos. Na tentativa de ajudar o mercado a sanar algumas delas, o Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) lançou nesta terça-feira, 24, um conjunto de onze perguntas e respostas sobre os procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança de veiculações publicitárias.

A nova legislação prevê faturamento em separado dos pagamentos que o anunciante faz ao veículo, pelas inserções publicitárias, e à agência, pelas comissões acordadas entre as partes.

Os textos publicados no site do Cenp esclarecem, por exemplo que não é permitido que os veículos faturem o desconto-padrão contra o anunciante, conforme determina o artigo 19 da Lei 12.232/10. “O desconto-padrão constitui receita da agência de publicidade, sendo vedado ao veículo, para quaisquer fins, faturar e contabilizar os valores correspondentes. O valor do desconto-padrão está previsto pelas Normas-Padrão em razão da lei 4680/65, e os Veículos devem explicitar, em campo próprio de sua nota fiscal/fatura, como referência, o valor do desconto-padrão assegurado à agência que intermediou a veiculação”.

O novo procedimento padrão a ser adotado pela agência para receber o desconto-padrão, a que tem direito como remuneração pela criação, execução e distribuição da publicidade, é assim explicado: “O valor de referência apontado na nota fiscal/fatura do veículo deve, salvo reduções permitidas pelas Nomas-Padrão, ser faturado pela Agência contra o Anunciante para o qual criou a peça publicitária, e, por cuja ordem e conta, a encaminhou ao Veículo de divulgação”.

Assim, o anunciante pagará as duas faturas, de veiculação e da comissão, à agência que será responsável pelo repasse da parte do veículo. As perguntas e respostas do Cenp acrescentam ainda que é possível estabelecer outro fluxo financeiro entre as partes, desde que “respeitadas a legislação tributário-fiscal de regência que proíbe o faturamento do desconto-padrão pelo Veículo, as Normas-Padrão da Atividade Publicitária e o direito da Agência ao recebimento do desconto-padrão remuneratório”. Um formato alternativo admitido é o recebimento das duas faturas pelos veículos diretamente dos anunciantes, com posterior repasse da parte da agência.

Finalmente, o Cenp reitera que as mudanças nos procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança pela veiculação publicitária não muda a relação entre anunciantes e agências, pois o ajuste “não altera o pedido de inserção e nem impacta no preço”.
Fonte: acessado em 26/05/11 - http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/20110525Cenp-esclarece-duvidas-sobre-faturamento.html

segunda-feira, 23 de maio de 2011

BBC: Teixeira teve que devolver propina


Ricardo Teixeira (e), presidente da CBF, ao lado de Fábio Koff, do Clube dos 13


A Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) está barrando judicialmente a divulgação de um documento que revela a identidade de dois dirigentes da entidade que foram forçados pela justiça a devolver dinheiro de propina. A afirmação é do programa de televisão Panorama, da BBC, que apurou que um dos dirigentes envolvidos no caso é o brasileiro Ricardo Teixeira, que comanda a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Teixeira também integra o Comitê Executivo da federação.

O atual presidente da entidade, Joseph Blatter, que tenta ser reeleito no próximo dia 1º de junho, prometeu recentemente uma política rígida no combate a corrupção.Todavia, os advogados que atuam em nome da Fifa estão contestando a decisão de um promotor de Zug, cidade no nordeste da Suíça, que determinou a divulgação de detalhes do caso.

O acordo que encerrou uma investigação sobre propinas pagas a dirigentes da Fifa na década de 1990 por uma empresa de marketing esportivo, a ISL (International Sports and Leisure). Até falir, em 2001, a ISL comercializava os direitos de televisão e os anúncios publicitários da Copa do Mundo para anunciantes e patrocinadores.

O mesmo programa, no ano passado, acusou três integrantes do Comitê Executivo da Fifa de receber propinas da ISL. Além de Teixeira, também foram citados o paraguaio Nicolas Leoz e o camaronês Issa Hayatou.

Os pagamentos feitos aos três cartolas - no caso de Teixeira, a uma empresa ligada a ele - estavam em uma lista secreta obtida pelo Panorama de propinas pagas a dirigentes esportivos pela ISL em um total de US$ 100 milhões. A lista de pagamentos incluía uma empresa de fachada em Liechtenstein, chamada Sanud (Dunas ao contrário), que recebeu um total de US$ 9,5 milhões.

Em investigação, o Senado brasileiro concluiu que Teixeira tinha relação muito próxima com a empresa. O inquérito descobriu que fundos da Sanud haviam sido secretamente desviados para Teixeira por meio de uma de suas companhias.

Além de Teixeira, a BBC ainda cita o ex-presidente da Fifa João Havelange, e ex-sogro de Teixeira, e conclui que a decisão da promotoria suíça ao encerrar o caso também aponta que a Fifa falhou em coibir o pagamento de propina.

Blatter teria conhecimento de casos de propinas pagas a colegas do Comitê Executivo da Fifa pelo menos desde 1997, quando um suborno de US$ 1 milhão destinado a Havelange, então presidente da Fifa, foi enviado por engano para a entidade. A Fifa se recusou a comentar alegações específicas e reafirmou que o caso está encerrado.

Unesp adota software contra plágio

Segunda-feira, 23 de maio de 2011 - 21h54 Última atualização, 23/05/2011 - 21h56

 



Da Redação

tecnologia@eband.com.br

A Unesp (Universidade Estadual Paulista) adotou um software para prevenir plágios em trabalhos e pesquisas acadêmicas. O programa, desenvolvido por uma empresa norte-americana, será utilizado por todos os docentes e todos os campus da instituição.

Para revelar possíveis trechos semelhantes aos textos de pesquisas antigas, o software Turnitin, conta com um imenso banco de dados.

Ele é usado em mais de 2.500 universidades de todo o mundo, entre elas, a Universidade Harvard e a Universidade da Califórnia. No início do mês, os professores de todas as unidades receberam um treinamento para usar o programa, que não precisa ser instalado no computador, pois está disponível online.

As informações são do jornal "O Estado de S.Paulo".

domingo, 22 de maio de 2011

Rifa-se um coração – [Clarice Lispector]

Rifa-se um coração
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.

Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu…
“…não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero…”.
Um idealista…Um verdadeiro sonhador…
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente
Contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas:
“O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer”
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta.

Nunca ouvi palavras que me falassem tanto à alma..