terça-feira, 11 de outubro de 2011

Coca-Cola oferece garrafa com seu nome

Na Austrália marca aposta em uma estratégia que troca plástico das embalagens por nome próprio

07 de Outubro de 2011 11:24


Mais de 150 nomes são estampados Crédito: Divulgação

A campanha de verão da Coca-Cola na Austrália convida os amantes do produto a dividir uma garrafa com os amigos. Intitulada “Compartilhe uma Coca-Cola” a ação coloca a disposição 150 nomes mais populares do país que são impressos em garrafas de Coca-Cola. Cada nome também tem sua própria criação na página da marca no Facebook, e as pessoas com nomes estranhos terão a chance de personalizar suas próprias latas nas lojas participantes.

Com informações do Adweek.
Fonte: acesso em 11/10/2011 http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2011/10/07/Coca-Cola-oferece-garrafa-com-seu-nome

ACESSE AQUI E VEJA O VT(ANÚNCIO):
http://www.youtube.com/watch?v=oGly_sWc2f4&feature=player_embedded

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

BIENAL DO LIVRO´- LANÇAMENTO MEU 2º LIVRO: MÍDIA EXTERIOR

Adicionar legenda

Meu primeiro livro foi lançado em 05/09/11 no INTERCOM lá em Recife entitulado: PUBLICIDADE NO PLURAL(Editora Metodista) este em co-autoria, e o segundo que será lançado na BIENAL DO LIVRO no Riocentro dia: 10/09 - Titulo: MÍDIA EXTERIOR - UM MODELO EFICAZ PARA A CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA(Editora Oficinadolivro). O local certo é Stand P19 - Setor Verde, às 17 horas.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

E-BOOK QUE TAMBÉM SOU UM DOS AUTORES SERÁ LANÇADO NO INTERCOM EM RECIFE

  
Capa E-Book Publicidade no Plural
Publicidade no plural: análises e reflexões
A Publicidade tem recebido cada dia mais a atenção dos acadêmicos, como claro reconhecimento da importância das atividades profissionais dessa área no mundo contemporâneo. A evolução tecnológica também tem aberto caminhos para reflexões sobre o fazer publicitário e o comportamento de profissionais e consumidores.
Este e-book é resultado do trabalho de pesquisadores que se dedicam a estudar e compreender os fenômenos no campo da Publicidade e da Propaganda na América Latina. São integrantes do GT de Comunicação Publicitária da ALAIC - Associação Latino Americana de Pesquisadores em Comunicação - que se reuniram na Universidade Javeriana de Bogotá, Colômbia, em outubro de 2010.
Os textos são de autoria de pesquisadores do Brasil, Equador, Colômbia, México e Venezuela e agora ganham as páginas desta obra que poderá ser compartilhada sem fronteiras, graças a essa fabulosa tecnologia digital.

Publicidade no plural: análises e reflexões
Organizadores: Elizabeth Moraes Gonçalves e Paulo Rogério Tarsitano
Universidade Metodista de São Paulo/Faculdade de Comunicação
Ano da edição: 2011
Número de páginas: 160
Formato: pdf
ISBN: 978-85-7814-209-4
São Bernardo do Campo – SP - Brasil
Pagina 124.





domingo, 31 de julho de 2011

VI SEMINÁRIO INTERNACIONAL LATINO-AMERICANO DE PESQUISA DA COMUNICAÇÃO 2011.2



Na sexta(29) e ontem (30/7) participei do VI SEMINÁRIO INTERNACIONAL LATINO-AMERICANO DE PESQUISA DA COMUNICAÇÃO um evento que integra o 1 Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana realizado em São Paulo onde fui com recursos proprios para participar deste excelente evento, o local foi o centro culltural Itaú localizado na Avenida Paulista 149 - centro da capital Paulista, Brasil. O Seminário reuniu expertos de varias localidades para distutir as temáticas: Pensamento Social e Comunicacional Latino-Americano, Pesquisa em Comunicação na América Latina, Políticas de Comunicação e Cultura na América Latina e Pluralismo e liberdade de expressão na América Latina. Conheci na ocasião o prof. Dr. Paulo Faustino professor da Universidade do Porto, que levou meu livro na intenção de articular para uma reedição em Portugal. Contudo, aproveitei e fui visitar o MUSEU MASP e fiquei imprecionado com o numero de belas obras de diversos artistas: Monet, Portinari, as 5 pinturas de Goya, Um novo olhar sobre a coleção do MASP, Olhar e Ser Visto celebra a arte do retrato e do auto-retrato do século 16 aos nossos dias. É possível perceber diversas transformações ao longo dos anos, através de obras de mestres como Renoir, Van Gogh, Modigliani, Rivera, Picasso, Toulouse-Lautrec, Frans Hals e Goya.  
  

Publicidade no Plural: análises e reflexões

Capa E-Book Publicidade no Plural

É com muito prazer que apresento o livro(e-book) do qual sou autores de um dos artigos, leia abaixo todos as informaçõs sobre a obra.

Publicidade no plural: análises e reflexões
A Publicidade tem recebido cada dia mais a atenção dos acadêmicos, como claro reconhecimento da importância das atividades profissionais dessa área no mundo contemporâneo. A evolução tecnológica também tem aberto caminhos para reflexões sobre o fazer publicitário e o comportamento de profissionais e consumidores.
Este e-book é resultado do trabalho de pesquisadores que se dedicam a estudar e compreender os fenômenos no campo da Publicidade e da Propaganda na América Latina. São integrantes do GT de Comunicação Publicitária da ALAIC - Associação Latino Americana de Pesquisadores em Comunicação - que se reuniram na Universidade Javeriana de Bogotá, Colômbia, em outubro de 2010.
Os textos são de autoria de pesquisadores do Brasil, Equador, Colômbia, México e Venezuela e agora ganham as páginas desta obra que poderá ser compartilhada sem fronteiras, graças a essa fabulosa tecnologia digital.

Publicidade no plural: análises e reflexões
Organizadores: Elizabeth Moraes Gonçalves e Paulo Rogério Tarsitano
Universidade Metodista de São Paulo/Faculdade de Comunicação
Ano da edição: 2011
Número de páginas: 160
Formato: pdf
ISBN: 978-85-7814-209-4
São Bernardo do Campo – SP - Brasil
Baixe a publicação ico-download.png
Ações do documento

terça-feira, 12 de julho de 2011

Washington Olivetto: sem coragem e alguma dose de atrevimento, não se chega lá

O publicitário mais premiado do país e responsável pelo prestígio internacional da propaganda brasileira mostra um vigor incomparável quando o assunto é trabalho. Aos 59 anos, sendo 41 deles dedicado à publicidade, Washington Olivetto carrega na bagagem o orgulho de ter ajudado a construir a imagem e o reconhecimento de grandes marcas brasileiras.

Mas, engana-se profundamente que o fruto dessa conquista vem somente do seu talento. Adaptação, visão macro, sensibilidade, liderança e uma profunda facilidade para trabalhar em equipe, fizeram de Olivetto um marco da propaganda, considerado o publicitário do século pela Associação Latino-Americana de Publicidade.

Em uma conversa com a Revista Administradores, Washington Olivetto falou da sua trajetória, analisou as características de um bom profissional, a adaptação da publicidade aos novos veículos digitais e o que as empresas precisam aprender na hora de divulgar seus produtos.

Na época da W/Brasil, graças a sua competência e criatividade, a agência tornou-se uma das mais premiadas do mundo. Foram centenas de prêmios, Leões no Festival de Cannes, entre outros. Qual o segredo de tanta inspiração?

Acredito que não existe um segredo. É o fenômeno de algum talento com muito trabalho. A verdade é que, quando você vê a peça publicitária brilhante, premiada e isso e aquilo, parece que há somente o mérito do criador, mas na verdade, existe toda uma equipe que trabalhou nessa história, sejam da área do planejamento, do atendimento ou da mídia. É a união de um grupo que conseguiu materializar isso. Temos conseguido fazer muitos trabalhos assim, por causa da nossa obsessão pela cultura popular brasileira. Nossas campanhas têm forte obsessão pelo nosso país. Isso faz com que elas sejam tão conhecidas e premiadas.

A entrada na sua primeira agência foi um tanto curiosa. O pneu do seu carro furou em frente ao trabalho? Como foi bem essa história?

Essa história é bem do início da minha vida profissional. Eu estava indo para a faculdade que estudava, furou o pneu do carro e vi uma agência de publicidade do outro lado da rua e resolvi, ao invés de trocar o pneu, pedir um estagio. Aí, eu formulei uma frase para o dono da agência dizendo "eu estou aqui por causa do pneu furado e isso é uma grande oportunidade para você, porque o pneu não fura duas vezes na mesma rua". Ele gostou do jeito que falei e acabou me dando o estágio.

Divulgação
Washington Olivetto


Você ganhou um Leão de Bronze no Festival de Cannes antes de completar um ano de trabalho. Mostrou talento e soube administrá-lo positivamente para crescer profissionalmente. Mas e hoje? Como você avalia essa nova geração de talentos? Muitos falam que eles estão mais dinâmicos, porém rebeldes. Você nota isso?

Não, ao contrário. O novo talento realimenta o já existente e o já existente adestra o novo talento, então as duas coisas convivem excepcionalmente bem. Inclusive, na publicidade, tem surgido talentos numa quantidade maior até de quando eu comecei, pois a área esta mais exposta e desejeda pelo jovem estudante, então, surgem mais talentos, mas em compensação, a competição fica ainda maior.


"Quando você está fazendo o que gosta, o trabalho deixa de ser trabalho e passa a ser prazer"

Você é responsável por algumas das campanhas nacionais mais marcantes. Entre tantas que já fez, quais delas são as suas preferidas?

A gente, geralmente, tende a gostar mais dos últimos trabalhos que fazemos. Só que, sem dúvidas nenhuma, eu tenho na minha carreira muitas campanhas fortes que ressaltam a cultura popular brasileira como: Bombril, a menina do primeiro sutiã Valisère, o rato do jornal da Folha, o casal Unibanco e o cachorrinho da Cofap. São coisas realmente muitos fortes. Mas eu diria que não tenho um favorito, gosto de todos. Mas, eu gosto principalmente das coisas que estamos fazendo agora ou que ainda vamos fazer.

Especialmente nestas criações, como achar o ponto mágico da identidade com o público?

É a mistura da informação com o intuitivo. Quanto mais informação você incluir e um intuitivo brilhante tiver, a chance de fazer bem um determinado trabalho aumenta.

Ao longo da sua carreira, você já atendeu centenas de empresas. Fazendo uma análise desse retrospecto, qual é o erro mais comum delas com relação às propostas solicitadas? Aquela que você diz: isso aqui eu não vou utilizar...

O que pode acontecer nas recusas do nosso trabalho, e com absoluta razão, é relativo aos critérios errados. Eu acho que uma dos grandes coisas que impedem, muitas vezes, de se fazer coisas brilhantes é o medo e a busca excessiva de segurança. No negócio da comunicação, e também em diversas outras áreas, é comum não termos grandes certezas se aquilo realmente vai dar certo, por isso que é fundamental ser corajoso e um pouco atrevido. Sem coragem e alguma dose de atrevimento, não se chega lá.

Vivemos numa época em que a competição entre as empresas pelo seu espaço é cada vez mais evidente. Como você analisa o papel da publicidade nessa dinâmica?

A publicidade quando surgiu era pura e simplesmente informação, mas com o aumento dessa competição, ela passou a ser também informação e persuasão. Na verdade, até mais que isso, em alguns casos, não basta só informar e persuadir, também é fundamental entreter para que as pessoas prestem atenção no produto. É assim que a publicidade colabora para construir as grandes marcas.

Um caso bastante peculiar na propaganda brasileira é a campanha da Bombrill. Foram mais de 30 anos com o mesmo personagem, entrou para o Guinness como a de maior tempo no ar e o público adora até hoje. Por quê?

Apesar de aparentar possuir a mesma dinâmica, esse personagem é renovado automaticamente. As características e a biografia dele com a mistura da persuasão da propaganda e da atualidade do jornalismo, fazem com que esse trabalho se auto renove o tempo inteiro.

Mas, geralmente, há um limite de divulgação da publicidade de um produto? Por exemplo, quando vemos o mesmo comercial muitas vezes e durante um longo tempo já começamos a ficar incomodados.

Existe um controle para isso, para saber se sua campanha já exauriu sua capacidade de persuasão. É algo técnico, não é um julgamento só de intuição.

"Uma dos grandes coisas que impedem, muitas vezes, de se fazer coisas brilhantes é o medo e a busca excessiva de segurança"

E as redes sociais? Como você vê a entrada do Twitter e Facebook como ferramentas de divulgação de tantas empresas?


Evidentemente são ferramentas muito interessantes, muito poderosas e que, quando corretamente combinadas com outras mídias, se tornam difusoras importantes. Aqui na WMcCann somos fanáticos por isso. Hoje, qualquer trabalho que oferecemos aos nossos clientes, praticamente, apresentamos não só as mídias analógicas como também as digitais.

E o que pode ser utilizado e o que não pode ser utilizado nessas redes?

Tudo pode ser utilizado, claro que com bom senso. A propaganda possui uma palavra chave: pertinente. É você analisar se aquela ideias, ou se aquele veículo é pertinente ao produto anunciado. Por isso, é preciso fazer uma análise caso a caso para ver o que é melhor para a empresa.

Você é uma pessoa competitiva? Como esse status de astro da publicidade mexe com seu lado profissional?

Eu estou há muito tempo neste negócio, desde os 18 anos de idade, então evidentemente, com o passar do tempo, você sabe administrar sua pessoa muito melhor. Eu tenho, inclusive, uma característica específica: eu gosto que me levem a sério, mas eu não me levo a sério. Tenho uma capacidade muito grande de rir de mim mesmo, o que é muito bom, isso acelera teu senso critico, então convivo muito bem com o sucesso profissional, sabendo que ele é uma mera circunstância do trabalho.

O que é mais fácil: trabalhar sozinho ou em equipe?

Os dois são deliciosos, mas eu gosto muito de trabalhar em equipe.

Mas como fazer para motivar e extrair o melhor potencial desse grupo?

Eu costumo dizer que as pessoas têm que ter consciência de que é melhor ser co-autor de algo brilhante do que autor solitário de algo medíocre. Claro que isso funciona melhor quando você vai estabelecendo uma relação de intimidade, de confiança e de igualdade com a equipe. Eu, historicamente, sempre fui considerado um bom líder de equipe, inclusive, fui eleito pelo mercado o melhor profissional para se trabalhar. O segredo é gostar de gente, e eu gosto muito de gente. Então pra mim é fácil liderar equipes.

E quais seriam as lições de Washington Olivetto para um profissional ter sucesso em sua carreira?

Eu acho que as lições básicas são: ter algum talento, trabalhar muito, ter alguma sorte e ter certeza de que gosta do que faz. Porque quando você está fazendo o que gosta, o trabalho deixa de ser trabalho e passa a ser prazer, e aí, ele vira um trabalho muito melhor.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/washington-olivetto-sem-coragem-e-alguma-dose-de-atrevimento-nao-se-chega-la/46192/ acesso em 12/7/11

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Saiba o que aconteceu no Festival de Criatividade em Cannes

O que aconeceu no 58º Cannes Lions 2011, realizado de 19 e 25 de junho. Confera  tudo o que rolou na semana mais importante da publicidade mundial para reunir os filmes, cases e campanhas que mais fizeram sucesso no festival que deu ao Brasil 68 Leões e consagrou a AlmapBBDO como Agência do Ano.
Para você ficar sabendo tudo sobre o Festival, o Reclame preparou um diário com tudo o que rolou nos sete dias mais importantes da publicidade mundial e também o que os delegados fazem e recomendam para aproveitar bem a semana! Tudo isto você acompanha a partir do próximo programa



http://vimeo.com/26066519

A Pepsi lança sua nova campanha

A Pepsi lança sua nova campanha, “Summer Time Is Pepsi Time” , já atacando a sua principal concorrente, a Coca-Cola. Veja abaixo os dois comerciais ironizando ícones da marca concorrente: em “Uncle Teddy”, o famoso urso polar, e em “Santa Dacing”, o famoso Papai Noel da concorrente.

http://www.youtube.com/watch?v=J8jmSdO20_s&feature=relmfu
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=if_V648W00k

quinta-feira, 23 de junho de 2011

60 Leões e um recorde

São Paulo 22 de junho de 2011 · 16h30

 
O melhor ano do Brasil em Cannes
Quebrar o próprio recorde não é tarefa fácil. Quando isso depende do esforço alheio de dezenas de agências, anunciantes e produtoras, aí a tarefa é mais complicada ainda. Mas nem isso impediu o Brasil de reescrever a história no Festival de Cannes. Com a revelação de 9 das 12 categorias, o pais soma 60 Leões e substitui a marca que vigorava desde 2010: 58 prêmios incluindo o título de Agência do Ano.
Isso explica a agitação da quarta-feira. Press, Design e Cyber anunciaram os melhores do mundo e o Brasil foi listado 26 vezes: 20 delas em Press (1 de Ouro, 8 de Prata e 11 de Bronze), 5 em Design (2 de Ouro, 1 de Prata e 2 de Bronze) e apenas 1 em Cyber (Prata). Os Leões se juntam aos 34 conquistados nos dois dias anteriores do Festival. São eles: 17 em Outdoor, 6 em Direct, 4 em Media, 3 em Radio e 2 em Promo e em PR.
O desempenho em mídia impressa ecoou. De forma inédita o país abocanhou 20 Leões, o que o coloca como líder incontestável e, segundo o jurado Marcos Medeiros, imprime um estilo de criação que é cada vez mais reconhecido mundialmente. Na linha de Press, mas em menor escala, Design também representou bem o mercado. Trouxe Ouros valiosos que coroam o trabalho feito pelas agências e o recente esforço para ganhar musculatura em Cannes.
A única decepção do dia foi Cyber. Embora 172 peças tenham sido enviadas para cá, apenas uma foi premiada. Azar? Não, segundo o jurado Raphael Vasconcellos. Em entrevista, o publicitário da AgênciaClick se mostrou insatisfeito com a falta de investimentos voltados para a categoria digital. Deu bronca no setor: alertou que as ideias precisam sair do discurso caso o Brasil queira se posicionar como referência em interatividade.
Quatro categorias ainda vão divulgar os seus vencedores, e há chances de o Brasil lotar ainda mais a mala de troféus. Film, Film Craft, Titanium & Integrated e a estreante Creative Effectiveness liberam as listas oficiais no sábado, último dia do evento. Até la, clima de expectativa com a liberação dos shortlists em cada área.
Por Marcelo Gripa, de Cannes

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Brasil é o grande vencedor de Outdoor

País conquista 17 Leões em Cannes, sete a mais que o segundo em número de troféus, a Alemanha

 
Divulgação
Trabalho da Z%2B premiado com Leão na área de Outdoor
Trabalho da Z+ premiado com Leão na área de Outdoor
Cannes - Os 17 Leões conquistados pelo Brasil em Outdoor, sendo cinco de prata e 12 de bronze, o colocam como país mais premiado na área em 2011 – assim como no ano passado, quando atingiu a marca de 21.
São sete a mais que o segundo em número de troféus, a Alemanha, com 10 (três pratas e sete bronzes). Porém, em desempenho, há um maior destaque para os Estados Unidos, que, além de conquistar o Grand Prix – com “Decodifique Jay-Z com Bing”, criado pela Droga 5 NY para ambos –, acumulou mais sete troféus, sendo cinco de ouro e dois de bronze.
Um total de 119 Leões foram outorgados a agências de 36 países diferentes. Entre eles, alguns de pouca tradição no Cannes Lions, como Bahrein, Guatemala e Vietnã, puderam celebrar a conquista.
Assista ao estudo de caso do Jay-Z Decode, da Droga 5, ganhador do Grand Prix:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fnVZTBuzxP4

terça-feira, 21 de junho de 2011

Amigos para Sempre

Meu Amado Pai Barbosão e meu filho Silvio Júnior 

Como é bom que os amigos vivam em união;
Como é bom ter um amigo;
Aquele que te diz as verdades,  mesmo que vc fique chateado;
Ah! Como é bom ter um amigo, aquele de todas as horas, de todos os momentos;
Ah! Como é bom ter um amigo, aquele amigo de fé;
Ah! como é bom ter um amigo, aquele que chora e sorri ao seu lado;
Aquele que te consola, aquele que te compreende e orienta;
Mas dispense o falso "amigo" , aquele que só visa o interesse, aquele puxa saco, aquele pele de cordeiro;

Ah! Como é bom ter um, dois, mil ou um milhão de amigo.

Quando estive em NY visitei o magnifico Radio City Music Hall , por isso, escolhi esse video com link abaixo para que meus amigos vejam. Mas, por favor(olha a falsidade), só acesse  link se vc realmente for meu amigo,ok!
http://www.youtube.com/watch?v=hsEidqgsmsI&feature=player_embedded   

segunda-feira, 20 de junho de 2011

AdNews - Clipe do Skank dá Leão de Ouro ao Brasil

Clipe do Skank dá Leão de Ouro ao Brasil

Primeiro Ouro brasileiro

A gravação de uma música conferiu o primeiro Leão de Ouro oficial do Brasil no Cannes Lions. Skankplay, ação criada pela Don`t try this para lançar uma música da banda Skank, foi anunciada esta manhã pelo júri de PR. Além disso, o país leva também um Leão de Prata, dado a 'Social Peace’, desenvolvida pela FSB Comunicações para o Estado do Rio de Janeiro. O resultado representa 50% de aproveitamento no shortlist. Em 2010, o Brasil faturou três Leões de Prata na categoria.

“Esse ano foi o charme para nós, foi excepcional. Tenho muito orgulho dos trabalhos que o Brasil colocou pra frente“, diz Ronald Mincheff, jurado brasileiro na área e presidente da Edelman. Mincheff alerta para o fato de ambas as peças terem forte apelo nas redes sociais. “É envolvimento. A comunicação não controla mais, mas compartilha, participa. Foi fenomenal! Na hora da votação, todo mundo levantou a mão“, lembra.

O lançamento da música aconteceu na internet e os fãs gravaram 30 mil versões com 200 vídeos, o que levou a banda até a MTV. Já no case do Rio de Janeiro, destaque para a mobilização da camada mais conectada da cidade em prol de uma causa nobre: apoiar a policia e autoridades no combate ao tráfico de drogas.

Veja o clipe:AdNews - Clipe do Skank dá Leão de Ouro ao Brasil

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Capa do CD da Turma de Manhã

Como professor  da Universidade UNIGRANRIO na disciplina de RTCV 1(Produção de Rádio TV e Cinema) onde abordo a parte de Rádio, criei para cada semestre uma Rádio Novela (capa ao lado) e um programa de variedades (onde produzo conteúdo para rádio web da instituição: spots, jingles,quadros e etc) que são gravados pelos alunos do 3º período, onde contemplo uma boa parte do conteúdo do plano de ensino da mesma. Os alunos aprendem fazendo de forma agradável e inovadora, como deve ser produzidos peças publicitarias para o veiculo rádio e as etapas das mesmas. O comprometimento e o trabalho em equipe prevalecem. Parabéns a turma de 5ª feira - turno Manhã. Valeu dividir com vocês esse semestre(2011.1).Ah! a criação da capa é do aluno Jonny. Posteriormente, vou colocar a Rádio novela criada e produzida pela turma. AGUARDEM!
Posted by Picasa

sábado, 4 de junho de 2011

Festival de Cannes registra o maior número de inscrições de sua história, foram 2.647 peças do Brasil.

Segundo levantamento do Estadão, representante oficial do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade no Brasil, a JWT foi a agência brasileira com maior número de peças inscritas no evento. No total foram 183 peças em 11 categorias, com exceção de Titanium e Creative Effectiveness. A Ogilvy Brasil ficou em segundo no ranking, com 178 trabalhos nas 13 categorias.
“O Brasil, definitivamente, se coloca como o segundo país mais importante do Festival. Este ano, novamente, deixamos para trás tradicionais potências como a Alemanha e o Reino Unido e ficamos atrás somente dos EUA”, afirma Armando Ruivo, diretor de Marketing Publicitário do Grupo Estado, responsável pela operação do evento no País e interlocutor do veículo perante a organização.
Foram 2.647 trabalhos este ano, contra 2.115 em 2010, uma alta de 25%. A categoria com mais peças foi a Press (662), seguida de Outdoor (625), Media (232), Promo (216), Design (212), Cyber (172), Film (168), Direct (149), Radio (88), PR (58), Film Craft (29), Titanium (28) e Creative Effectiveness (7). O Brasil lidera em âmbito mundial nas categorias Press, Outdoor e Design.
Ranking por agência
Agência Total de inscrições
JWT 183
OGILVY 178
ALMAPBBDO 177
F/NAZCA 162
DM9 140
LEO BURNETT 140
Y&R 97
TALENT 84
GIOVANNI DRAFTFCB RJ 79
LEW´LARATBWA 67
Inscrições brasileiras
Categoria Agência que mais inscreveu Peças
Cyber F/Nazca 33
Design F/Nazca 27
Direct Ogilvy Brasil 27
Film AlmapBBDO e Talent 18
Media Ogilvy Brasil 25
Outdoor AlmapBBDO 49
PR JWT e F/Nazca 6
Press AlmapBBDO 61
Promo F/Nazca e Ogilvy Brasil 22
Radio Ogilvy Brasil 20
Titanium and Integrated Leo Burnett 4
Film Craft Leo Burnett 8
Creative Effectiveness Ogilvy Brasil 3
Fonte:http://www.adnews.com.br/publicidade/115784.html

terça-feira, 31 de maio de 2011

.: AdNewsTV :. Elvis em campanha da C&A

Aí está mais uma prova de que ELVIS NÃO MORREU. Parabéns a agência criadora do comercial.


 .: AdNewsTV :. Elvis em campanha da C&A

sábado, 28 de maio de 2011

Exposição traz para o Brasil desenhos de cartunista da "New Yorker"

   

Conhecido por fazer grandes capas para a New Yorker e pelas críticas ao cotidiano da sociedade americana com traços feitos somente com uma linha, o cartunista e artista gráfico Saul Steinberg ganha exposição com 144 de seus desenhos em exposição no Rio de Janeiro.
 

VEJA ALGUMAS DAS OBRAS EXPOSTAS

Foto 8 de 10 - A primeira exposição com obras de Steinberg no Brasil aconteceu em São Paulo, em uma exposição individual no MASP em 1952. Na imagem, obra Sem título, de 1949 Saul Steinberg/ The Saul Steinberg Foundation
As obras de Steinberg vieram a primeira vez para o Brasil em 1952, quando o cartunista ainda estava vivo, em uma exposição individual no MAM, em São Paulo. Em 2011, a exposição passa primeiro pelo Rio de Janeiro, antes de chegar a capital paulistana em 2 de setembro.

  

Para a mostra, 44 obras do artista foram restauradas e tem como objetivo mostrar a fase em que Steinberg começou a ser reconhecido internacionalmente.
Em entrevista ao Instituto Moreira Sales, o cartunista Ziraldo conta que se inspirou muito no trabalho de Steinberg e que dentre outras qualidades, o cartunista consegue "fazer literatura com a linha".
Os trabalhos do artista também estão reunidos no livro que leva o mesmo nome da exposição e que vai ser lançado junto com a exposição.

"SAUL STEINBERG: AVENTURAS DA LINHA"
Abertura para o público:
Domingo (29 de maio), das 13h às 20h
Onde: Instituto Moreira Sales do Rio de Janeiro (Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea. Tel.: 0/xx/21 3284-7400)
Quando: Em cartaz de 29 de maio a 21 de agosto. De terça a sexta-feira das 13h às 20h
Entrada gratuita

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Washington Olivetto lança livro da vida

Publicitário compartilha aprendizados na série “O que a vida me ensinou”, publicada pela Saraiva

Roseani Rocha| »
25 de Maio de 2011 09:45

+ Olivetto conta que antes tinha implicância com o título da coleção: "Parece que você está se dizendo uma pessoa pronta" Crédito: Eduardo Lopes
Acontece nesta quinta-feira, 26, na livraria Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo, o lançamento do livro “O que a vida me ensinou”, de Washington Olivetto.

O publicitário é a terceira personalidade a participar da série feita pela Saraiva em parceria com a Versar. Para a elaboração do livro ele contou com o jornalista Walter Falceta Jr como “provocador intelectual” e o texto foi escrito por Olivetto a partir do conteúdo transcrito de várias entrevistas feitas na agência, em uma pizzaria e até na casa de Olivetto.

Quando recebeu o convite para participar do projeto, no início de 2010, ele estava no olho de um furacão e pensou em recusar, porque simplesmente não teria tempo: estava dando início aos processos de fusão de sua agência W/Brasil com a McCann-Erickson, para formar a W/McCann, que dia 1º de maio completou um ano de operação. Só o fato de passar a fazer parte do board da McCann Worldwide, implicava em quatro viagens ao exterior por ano.

A proposta do editor Luís Colombini, no entanto, de incluir um jornalista que funcionasse como o citado “provocador intelectual”, instigando o conteúdo do livro por meio de entrevistas com o autor, associada a uma ausência da família de Olivetto, que iria no meio do ano viajar em férias ao exterior, acabaram fazendo com que ele topasse o projeto.

Também contribuiu o fato de o publicitário ter lembrado de um elogio do amigo Juca Kfouri no fim dos anos 80. Depois de dar uma entrevista a Juca para a revista Playboy bateu uma certa insegurança e ele ligou dois dias depois para perguntar ao jornalista se ele achava que tinha sido boa mesmo a conversa. E este respondeu que tinha sido ótima porque ele “falava editado”. Com isso, foi adiante no projeto atual e o livro que será lançado amanhã é resultado de no mínimo 20 horas de conversas e algumas pizzas com o jornalista Walter Falceta Jr.

“Eu tinha implicância com o título da coleção, porque parece que você está se dizendo uma pessoa pronta e eu continuo aprendendo o tempo inteiro”, ressaltou Olivetto, com a simpatia de sempre e o jeito falante que o faz brincar dizendo que deixa rouca até a pessoa que o ouve. A origem italiana de sua família e os aprendizados com avôs, pais e tios – especialmente os de ganhar a vida honestamente e comer bem - são algumas das “lições” compartilhadas com os leitores. E mesmo esse tipo de comentário está sempre associado à vida profissional que escolheu e na qual se destacou cedo. Do talento culinário da avó, por exemplo, depreende que “o fazer bem” envolve “a técnica mais os sais e açúcares do espírito”, o que tranquilamente vale para uma boa campanha ou outro tipo de trabalho.

E os assuntos seguem variados, como a boa publicidade e seus desafios, política, os esportes em geral e o Corinthians especificamente, claro, e a valorização da educação, que segundo ele não é o problema, mas a solução do Brasil. Embora defina a si mesmo como “mais aluno do aprendizado do que do diploma”, Olivetto frisa que não pretende com isso desmerecer a educação formal, mas ressaltar o que na vida dele foi e tem sido mais marcante.

Sua preocupação principal com a obra foi deixá-la “o mais despretensiosa possível” e próxima da coloquialidade das conversas. Algo mais pretensioso, destacou, já havia sido feito por Fernando Morais, que escreveu Na toca dos Leões, obra sobre Olivetto e seus sócios da W/Brasil, publicada em 2005. “Aquele foi um livro com muito mais pesquisa e, inclusive, opiniões do autor. O livro do Fernando é o livro do Fernando. Eu sou um mero tema”, disse Olivetto, emendando que ele próprio daqui a alguns anos e muitas experiências mais pretende se lançar a um projeto pessoal de maior fôlego.

O formato pequeno de “O que a vida me ensinou”, com o texto dividido em capítulos curtos e em linguagem simples (mas não simplória, em coerência com o seu amor declarado ao nosso idioma) recebe o contraponto da riqueza do conteúdo e do refinamento “sem frescuras” de Olivetto, que é um apreciador da cultura popular em suas diversas manifestações. Resumindo, é um livro de publicitário que agrada não somente a publicitários.

Clique abaixo e leia os dois primeiros capítulos do livro.
http://www.meioemensagem.com.br/arquivos/arquivo-01/fileBinary/Oqueavida_WOlivetto_iniciais+cap1e2.pdf

Cenp esclarece dúvidas sobre faturamento

Órgão publica conjunto de perguntas e respostas sobre os novos procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança de veiculações publicitárias

As novas regras estabelecidas pela Lei 12.232/10, que há um ano mudou o formato de contratação de serviços de publicidade pelo setor público brasileiro, trouxeram também algumas dúvidas para agências, anunciantes e veículos. Na tentativa de ajudar o mercado a sanar algumas delas, o Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) lançou nesta terça-feira, 24, um conjunto de onze perguntas e respostas sobre os procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança de veiculações publicitárias.

A nova legislação prevê faturamento em separado dos pagamentos que o anunciante faz ao veículo, pelas inserções publicitárias, e à agência, pelas comissões acordadas entre as partes.

Os textos publicados no site do Cenp esclarecem, por exemplo que não é permitido que os veículos faturem o desconto-padrão contra o anunciante, conforme determina o artigo 19 da Lei 12.232/10. “O desconto-padrão constitui receita da agência de publicidade, sendo vedado ao veículo, para quaisquer fins, faturar e contabilizar os valores correspondentes. O valor do desconto-padrão está previsto pelas Normas-Padrão em razão da lei 4680/65, e os Veículos devem explicitar, em campo próprio de sua nota fiscal/fatura, como referência, o valor do desconto-padrão assegurado à agência que intermediou a veiculação”.

O novo procedimento padrão a ser adotado pela agência para receber o desconto-padrão, a que tem direito como remuneração pela criação, execução e distribuição da publicidade, é assim explicado: “O valor de referência apontado na nota fiscal/fatura do veículo deve, salvo reduções permitidas pelas Nomas-Padrão, ser faturado pela Agência contra o Anunciante para o qual criou a peça publicitária, e, por cuja ordem e conta, a encaminhou ao Veículo de divulgação”.

Assim, o anunciante pagará as duas faturas, de veiculação e da comissão, à agência que será responsável pelo repasse da parte do veículo. As perguntas e respostas do Cenp acrescentam ainda que é possível estabelecer outro fluxo financeiro entre as partes, desde que “respeitadas a legislação tributário-fiscal de regência que proíbe o faturamento do desconto-padrão pelo Veículo, as Normas-Padrão da Atividade Publicitária e o direito da Agência ao recebimento do desconto-padrão remuneratório”. Um formato alternativo admitido é o recebimento das duas faturas pelos veículos diretamente dos anunciantes, com posterior repasse da parte da agência.

Finalmente, o Cenp reitera que as mudanças nos procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança pela veiculação publicitária não muda a relação entre anunciantes e agências, pois o ajuste “não altera o pedido de inserção e nem impacta no preço”.
Fonte: acessado em 26/05/11 - http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/20110525Cenp-esclarece-duvidas-sobre-faturamento.html

segunda-feira, 23 de maio de 2011

BBC: Teixeira teve que devolver propina


Ricardo Teixeira (e), presidente da CBF, ao lado de Fábio Koff, do Clube dos 13


A Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados) está barrando judicialmente a divulgação de um documento que revela a identidade de dois dirigentes da entidade que foram forçados pela justiça a devolver dinheiro de propina. A afirmação é do programa de televisão Panorama, da BBC, que apurou que um dos dirigentes envolvidos no caso é o brasileiro Ricardo Teixeira, que comanda a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Teixeira também integra o Comitê Executivo da federação.

O atual presidente da entidade, Joseph Blatter, que tenta ser reeleito no próximo dia 1º de junho, prometeu recentemente uma política rígida no combate a corrupção.Todavia, os advogados que atuam em nome da Fifa estão contestando a decisão de um promotor de Zug, cidade no nordeste da Suíça, que determinou a divulgação de detalhes do caso.

O acordo que encerrou uma investigação sobre propinas pagas a dirigentes da Fifa na década de 1990 por uma empresa de marketing esportivo, a ISL (International Sports and Leisure). Até falir, em 2001, a ISL comercializava os direitos de televisão e os anúncios publicitários da Copa do Mundo para anunciantes e patrocinadores.

O mesmo programa, no ano passado, acusou três integrantes do Comitê Executivo da Fifa de receber propinas da ISL. Além de Teixeira, também foram citados o paraguaio Nicolas Leoz e o camaronês Issa Hayatou.

Os pagamentos feitos aos três cartolas - no caso de Teixeira, a uma empresa ligada a ele - estavam em uma lista secreta obtida pelo Panorama de propinas pagas a dirigentes esportivos pela ISL em um total de US$ 100 milhões. A lista de pagamentos incluía uma empresa de fachada em Liechtenstein, chamada Sanud (Dunas ao contrário), que recebeu um total de US$ 9,5 milhões.

Em investigação, o Senado brasileiro concluiu que Teixeira tinha relação muito próxima com a empresa. O inquérito descobriu que fundos da Sanud haviam sido secretamente desviados para Teixeira por meio de uma de suas companhias.

Além de Teixeira, a BBC ainda cita o ex-presidente da Fifa João Havelange, e ex-sogro de Teixeira, e conclui que a decisão da promotoria suíça ao encerrar o caso também aponta que a Fifa falhou em coibir o pagamento de propina.

Blatter teria conhecimento de casos de propinas pagas a colegas do Comitê Executivo da Fifa pelo menos desde 1997, quando um suborno de US$ 1 milhão destinado a Havelange, então presidente da Fifa, foi enviado por engano para a entidade. A Fifa se recusou a comentar alegações específicas e reafirmou que o caso está encerrado.

Unesp adota software contra plágio

Segunda-feira, 23 de maio de 2011 - 21h54 Última atualização, 23/05/2011 - 21h56

 



Da Redação

tecnologia@eband.com.br

A Unesp (Universidade Estadual Paulista) adotou um software para prevenir plágios em trabalhos e pesquisas acadêmicas. O programa, desenvolvido por uma empresa norte-americana, será utilizado por todos os docentes e todos os campus da instituição.

Para revelar possíveis trechos semelhantes aos textos de pesquisas antigas, o software Turnitin, conta com um imenso banco de dados.

Ele é usado em mais de 2.500 universidades de todo o mundo, entre elas, a Universidade Harvard e a Universidade da Califórnia. No início do mês, os professores de todas as unidades receberam um treinamento para usar o programa, que não precisa ser instalado no computador, pois está disponível online.

As informações são do jornal "O Estado de S.Paulo".

domingo, 22 de maio de 2011

Rifa-se um coração – [Clarice Lispector]

Rifa-se um coração
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.

Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu…
“…não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero…”.
Um idealista…Um verdadeiro sonhador…
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente
Contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida matando o tempo, defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas:
“O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e, se recusa a envelhecer”
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta.

Nunca ouvi palavras que me falassem tanto à alma..

domingo, 17 de abril de 2011

Como é medida a audiência na TV segundo o IBOPE


Pela primeira vez é revelada como é feita a medição de audiência da TV brasileira.
Quem tem o aparelho, quantas pessoas são, etc.
As suas dúvidas serão respondidas nesta matéria.

Fonte: acesso em 17/4/11 http://www.youtube.com/user/rogerturchetti
http://www.youtube.com/watch?v=9lXOHCx-vOs&feature=player_embedded

sábado, 16 de abril de 2011

Nissan volta a atacar com "engenheiro agredido"

Campanha de três filmes criado pela Lew'Lara\TBWA apresenta linha 2012 e satiriza suposta reação da concorrência


O personagem principal é um engenheiro que aparece cheio de hematomas

A Nissan não para. Depois da polêmica campanha “Ouro de Tolo”, retirada do ar pela Ford na justiça e alvo de ação, a montadora japonesa lançou nesta quarta-feira, 14, uma campanha criada pela Lew'Lara\TBWA para apresentar sua linha 2012. O personagem principal dos três filmes é um engenheiro da Nissan que aparece enfaixado, engessado e cheio de hematomas por conta de uma suposta reação das marcas concorrentes aos novos modelos.


Carlos Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan, afirma que a campanha é uma brincadeira com o fato de sua montadora ser a primeira a lançar toda sua linha 2012 durante o primeiro semestre deste ano. “É uma inovação para o mercado. Avançamos do modelo 10/11 diretamente para o 11/12. Isso garante um carro mais atualizado e com menor desvalorização ao longo do tempo”, explica o executivo.


Os filmes serão veiculados em TV aberta, fechada e nos canais oficiais da marca na internet. No primeiro comercial da série, um engenheiro de olho roxo e braço engessado releva um Nissan Livina ano modelo 2012 e explica que se as demais montadoras já estavam nervosas com a marca, vão ficar ainda mais. No segundo filme, o mesmo engenheiro aparece ainda mais machucado; e no terceiro, por fim, todo imobilizado pelo gesso, ele demonstra medo ao apresentar as vantagens exclusivas oferecidas pelas concessionárias Nissan, como direção elétrica e ar condicionado de série; três anos de garantia e taxa de 0,99% em 24 meses.


A criação é de Toni Fernandes e Leonardo Claret, com direção criativa de Jaques Lew, Manir Fadel, Luciano Lincoln, Lucio Caramori e Clovis Marchetti. A produção é da Zulu Filmes, com direção de Claudio Cinelli. “Somos uma marca pequena e temos na criatividade e no bom humor a forma de sermos lembrados pelo consumidor”, conta Moreno. A marca alcançou em abril, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Automóveis (Anfavea), 2,02% de participação no mercado, contra 0,8% em maio do ano passado. A produção total em 2010 ficou em 35 mil automóveis, mas se considerado o ano fiscal da montadora, entre abril e março, a cifra chega a 41 mil.

Sobre o processo movido pela Ford, Moreno confirma que prestou depoimento nesta quarta-feira, dia 14, na 1ª Delegacia Regional de São José dos Pinhais, no Paraná. O executivo afirma que as autoridades apenas lhe pediram esclarecimentos sobre a motivação da campanha e em especial porque o modelo Ford Focus foi o escolhido como alvo da campanha em que funcionários da montadora norte-americana são retratados debochando dos compradores do modelo Focus num rap que tem como mote “O luxo todo é do dinheiro de vocês”.



Moreno afirma ter explicado às autoridades que a propaganda comparativa é regulamentada pelo Conar e que o Focus foi o modelo escolhido por ser um dos principais concorrentes do modelo Tiida. “Não há ação criminal, apenas averiguação. O juiz que analisar o caso é que vai decidir se há fundamento para uma ação criminal ou se arquiva o processo”, explicou ao M&M Online. No Youtube, onde o filme continua disponível, os acessos já superaram a marca de 700 mil. A Ford estaria tentando barrar essa veiculação.

Fonte: Robert Galbraith - 15 de Abril de 2011 às 12:28

domingo, 10 de abril de 2011

GUERRA E PAZ - PALÁCIO CAPANEMA - RIO

No dia 16/3/11 ministrei uma aula extra curricular no Palácio Capanema no Rio de Janeiro. O tema foi os paineis de Candido Portinari  "GUERRA E PAZ"que estão sendo restaurados lá. A turma de História da Arte A estava presente e após esta visitação fomos para o Museus Nacional de Belas Artes. Foi muito produtivo espero que eles tenham gostado. O meu abraço  a todos.

sábado, 9 de abril de 2011

RÁDIO BLÁ BLÁ BLÁ - PRODUÇÃO REALIZADA PELAS TURMAS 3º PERIODO 2010.2

CLIQUE NO LINK ABAIXO E OUÇA OU BAIXE O PROGRAMA DA RÁDIO

http://www.4shared.com/embed/563622842/eb147b23

Produção e Criação do programa dos alunos da turma e do Prof. Sílvio Barbosa.

sexta-feira, 4 de março de 2011

 



http://www.oifuturowarholtv.com.br/

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Itaipava tem 30 dias para recolher latas vermelhas

17/01/2011



Em julho de 2010, a Brahma lançou uma campanha - assinada pela Africa - que questionava a razão de suas latas serem brancas. A ação veio acompanhada justamente da mudança da embalagem, que passou, então, ao vermelho.

Poucos meses depois, a concorrente Itaipava resolveu mudar também, e para a mesma cor. A atitude não agradou a AmBev, que acionou a Justiça e foi atendida, segundo o colunista da Veja Lauro Jardim.

A AmBev argumentava que a alteração da lata de Itaipava configuraria concorrência desleal por induzir o consumidor ao erro. E a Justiça mandou a Cervejaria Petrópolis tirar todas as latas vermelhas de circulação dentro do prazo de 30 dias.

Fonte: Redação Adnews – acesso em 18/01/11 - http://www.adnews.com.br/publicidade/112022.html